"Pois, segundo entendo, no limite do cognoscível é que se avista, a custo, a ideia do Bem; e, uma vez avistada, compreende-se que ela é para todos a causa de quanto há de justo e belo...” (Platão). Em seu livro A República, Platão conta a famosa Alegoria da Caverna, ensinando a não confundir aparência (imperfeita) com essência (perfeita). Nesse sentido, é correto afirmar que, para Platão, a Justiça corresponde
a uma prática que decorre dos atos justos praticados por homens justos.
ao contrato social que assegura os direitos e as liberdades individuais.
ao processo histórico de luta contra a exploração e a conquista da emancipação.
a uma concepção ideal a ser conhecida e compreendida pela razão.